Um olhar sobre o livro “História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar”

No âmbito da Actividade Integradora que a turma SEC4 se encontra a desenvolver sobre o tema “Ambiente e Sustentabilidade” foi proposto aos formandos a leitura do livro “História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar” e a elaboração de uma reflexão pessoal sobre o mesmo.

Os resultados deste trabalho foram surpreendentes!

Veja agora alguns comentários dos formandos sobre esta obra! Esperamos que os mesmos constituam um forte incentivo para a leitura da mesma!

“Esta história é uma autêntica lição de vida de dois seres diferentes, que o destino juntou e que, por honra de uma promessa, acabam por construir uma bela amizade, cheia de valores, entre os quais se destacam a lealdade e a solidariedade.

A história foca sobretudo o problema das marés negras, um dos flagelos da actualidade, provenientes do derramamento de petróleo para as nossas águas, que tem efeitos devastadores, provocando uma enorme mortandade entre a fauna e a flora. Quando estas atingem as zonas costeiras provocam um forte impacto negativo na actividade piscatória e turística, porque os resíduos petrolíferos são de remoção difícil e impedem a utilização das águas e das praias durante muito tempo.

Recomendo a leitura do livro a todas as faixas etárias, na medida em que posso afirmar que, além de muito interessante é, sem dúvida, de fácil leitura e de uma riqueza de valores inigualável.”

Maria Altina Costa

“Como estamos a estudar o núcleo gerador dois, cujo tema é “Ambiente e Sustentabilidade”, penso que a leitura do livro de Luís Sepúlveda foi uma mais-valia para o desenvolvimento deste tema, pois o livro refere uma catástrofe que é muito prejudicial para o ambiente – as marés negras. Foi devido a um derrame de petróleo no mar que a gaivota Kengah, uma das personagens deste livro, faleceu.

O livro foi do meu agrado, visto que é de fácil leitura, é pequeno e de boa compreensão e realça a importância da amizade entre seres diferentes, a lealdade e a solidariedade.”

Tânia Almeida

“Neste livro Luís Sepúlveda também chama a nossa atenção para a poluição das praias. Os humanos fazem do oceano uma enorme lixeira, despejando nas praias garrafas de plástico, pneus, barris de insecticida, etc.

Esta história leva-nos a pensar que os humanos ainda têm muito a aprender sobre alguns valores fundamentais, como a amizade, a solidariedade, a honra e o respeito por seres diferentes.

Gostei de ler o livro pois a história é bastante interessante e encantadora, mostrando a importância dos valores da amizade, da solidariedade e do cumprimento da palavra, os quais nem sempre as pessoas valorizam no seu dia-a-dia.”

Sofia Fernandes

“Na minha opinião, esta história é muito bonita e fácil de ler. Por isso recomendo a sua leitura, não só porque é uma bela história, mas principalmente porque nos traz ensinamentos, despertando a nossa atenção para vários problemas ambientais, tais como as marés negras e a extinção de espécies.”

Adriana Silva

“Gostei imenso da leitura que fiz do livro porque, para além de nos transmitir uma óptima lição de vida, alerta-nos para o mal que o Homem faz à Natureza e, por conseguinte, aos animais que nela habitam!

A história deste livro é, sem dúvida, uma fantástica lição de vida para todos nós! É uma história de uma linda amizade e de valores fundamentais, tais como a lealdade, a solidariedade e a bondade que, muitas vezes, não conseguimos ver no nosso dia-a-dia. É um exemplo a seguir, pois o impossível também é possível concretizar, desde que haja vontade e perseverança.”

Ana Ferreira

“É um livro pequeno, mas com um grande significado porque nos alerta para o grave problema da poluição dos mares. Sem nos apercebermos, estamos a matar seres vivos, devido às nossas acções irreflectidas. Despejamos nos mares todo o tipo de resíduos, tais como sacos plásticos, pneus, insecticidas, etc. Para assegurarmos o nosso bem-estar, sacrificamos a vida de outros seres.

Penso que por ser uma fábula, é um livro de fácil leitura e engraçado. Recomendo a sua leitura porque é um livro pequeno e com uma lição de vida fácil de perceber.”

Carla Jesus

“Gostei de ler este livro. No início, achei-o um pouco confuso, mas depois, à medida que fui seguindo a história, esta acabou por me cativar. O livro é de leitura fácil e interessante. Por isso recomendo a sua leitura a qualquer pessoa, pois penso que é um livro para todas as idades.

Fernanda Costa

“O livro aborda vários temas, entre os quais, a poluição dos mares, o altruísmo, a coragem e a amizade entre seres diferentes, este último, quanto a mim, o mais importante, porque a aceitação de um ser diferente, pelas diferenças que o definem e simultaneamente o separam de outros seres, é muito difícil.

O altruísmo, quanto a mim, foi demonstrado nesta história quando os gatos pediram a ajuda de um humano, pois para isso tiveram de comunicar com ele na língua dos humanos e tal atitude poderia pôr em risco a sua liberdade.

Na minha opinião, o livro é interessante porque transmite uma mensagem positiva e de esperança.”

Leonor Ferreira

“Na minha opinião, este é um bom livro, para qualquer idade e não apenas para crianças. É um livro que está muito bem escrito, numa linguagem clara e simples. Recomendo a sua leitura pois é muito fácil de ler, tem algumas peripécias divertidas das personagens e no final tiramos alguns grandes ensinamentos, tais como, a amizade entre diferentes espécies e a importância do cumprimento do dever.

O livro tem também uma vertente ecológica, pois através da história dramática da gaivota Kengah, pretende sensibilizar-nos para as consequências nefastas da poluição dos mares e promover deste modo a mudança de comportamentos.”

Sandra Fernandes

“Aconselho a leitura desta fábula para que as pessoas vejam o mal que fazem ao meio ambiente e a quem nele vive.

Esta é uma história muito interessante, que consegue captar a nossa atenção, embora, no meu entender, os primeiros quatro capítulos sejam muito parados. Mas nos capítulos seguintes a história começa a desenvolver-se e a prender a nossa atenção, ficamos à espera que aconteça uma coisa, mas acontece outra completamente diferente. Leiam porque vão gostar! Eu li e adorei!”

Sandra Soares

“O livro mostra-nos que, por vezes, temos que nos unir para atingir os nossos objectivos, pois unidos somos todos mais fortes, nem que para isso seja necessário ultrapassar as barreiras da língua. No livro, seres completamente diferentes conseguem comunicar entre si e entenderem-se muito bem (os gatos do porto, as gaivotas e os humanos).

É um bom livro, cuja leitura recomendo a todos, pois é um livro de leitura fácil que se lê rapidamente.”

David Martins

“Gostei de ler esta obra porque me identifico com o gesto solidário de Zorbas de ajudar um ser diferente, sem olhar à sua raça. Penso que este livro pretende sensibilizar-nos para a importância da aceitação e respeito de seres diferentes, independentemente da sua cor, raça, crenças religiosas e opções sexuais.

O episódio que mais me marcou foi a morte de Kengah pois fez-me pensar no mal que estamos a fazer ao nosso planeta.

Recomendo a leitura desta fábula porque se todos tivermos um pouco da atitude altruísta de Zorbas e dos seus amigos, poderemos fazer um mundo melhor para as gerações vindouras.”

José Ferreira

“Gostei muito da leitura deste livro, mesmo não tendo por hábito ler. Penso que é um livro cuja história nos capta bastante a atenção: ficamos presos à história e queremos sempre continuar a ler para saber o que vai acontecer a seguir.”

Diogo Silva

 

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Uma leitura “obrigatória” para os nossos tempos

Os nossos tempos também são caracterizados por imensos contrastes, nunca a humanidade atingiu tão alto nível de conhecimento, possibilidades de riqueza, saúde, realização pessoal e colectiva, etc, etc,. No entanto, algo vai mal nesta sociedade do bem-estar…, nunca houve tanta necessidade quer da Psiquiatria quer da Psicologia, o recurso aos ansiolíticos, antidepressivos e aos psicólogos como uma panaceia para todos os males, são actos banais do nosso quotidiano.

    A leitura deste livro, permite-nos compreender que a nossa postura perante os problemas relevantes do nosso quotidiano podem ser encarados noutras perspectivas que nada têm de patológico.

Em linhas gerais, o autor lembra que “Todos procuramos equilíbrio, bem – estar, um estado de harmonia entre nós e o mundo. É quando a nossa esfera emocional se lesa que tendemos a reflectir sobre a problemática da vida: …a solução para o nosso problema culmina, muitas vezes, com um «diagnóstico» e não tanto com um «diálogo». Porque a chave para a nossa felicidade está sempre em nós, o aconselhamento filosófico é uma prática que procura, à luz da Filosofia, ajudá-lo, por si, a resolver os problemas do quotidiano.”

            Será que a Filosofia também nos pode ajudar a enfrentar os problemas do nosso tempo? Esta é a questão central desta obra a que o autor procura responder num diálogo constante com os grandes filósofos.

Mais uma proposta de leitura:”Vai Aonde te Leva o Coração”.

Olá, sou a Liliana Almeida, da turma Sec2 e vou partilhar com vocês alguma informação sobre um livro que li e que, penso, deviam ler.

O livro “Vai Aonde te Leva o Coração” de Susanna Tamaro, é um livro sensação, de descoberta ou de redescoberta e, por isso mesmo, não é alheio à diversidade de reacções.

É um livro com pendor memorialístico, no qual se recorre a recordações e memórias de acontecimentos marcantes na vida da pessoa que faz a narrativa, e também, um outro factor muito importante no subgénero memorialístico é o facto histórico-cultural que é referido em vários casos ao longo da sua leitura.

Este livro é baseado num registo em que três gerações de mulheres dialogam, numa voz que reconta as suas vidas. Susanna Tamaro serve-se dessa estrutura narrativa para confrontar os diferentes tempos vividos e reavaliar este ciclo geracional.

A leitura do mesmo é enleante, quase hipnótica e comovente. Numa das partes, a narradora, fala da sua filha e refere que ela está doente e que iniciou uma terapia. Mas a partir desse momento a filha fica muito distante dela, falavam poucas vezes e quando o faziam, na maioria das vezes, acabavam por discutir. E numa dessas discussões a filha simplesmente saiu de casa. Nesse mesmo dia, passadas algumas horas, a mãe foi informada pela polícia que a filha tinha tido um acidente, acabando por falecer alguns dias depois. A mãe ficou muito triste porque gostava de ter pedido perdão à filha e não conseguiu, uma vez que ela esteve sempre sem abrir os olhos até ao momento em que faleceu.

Quando iniciei esta proposta de leitura, não consegui parar e tive de ler até ao fim, porque realmente é uma história muito interessante e muito emocionante. Depois de o ter lido, percebi que por vezes somos mesmo muito injustos com as pessoas que nos querem bem, mas podemos sempre mudar as coisas.

É um livro que nos conduz às nossas próprias emoções e faz-nos sentir que nem sempre damos atenção àquilo que realmente possuímos.

Foi uma experiência espectacular e adorei lê-lo. Espero que como este venham muitas outras sugestões dos nossos formadores e que nos ensinem a ser um pouco mais tolerantes.

Vale mesmo a pena lê-lo, aconselho-o vivamente, pois vão sentir muitas emoções ao longo da sua leitura.

“Lua de Joana”



Olá!

Sou a Emília Pinho, da turma Sec2 e gostaria de vos fazer uma proposta de leitura. Como sabem, os livros são uma fonte de sabedoria e conhecimento, transportam-nos a qualquer época ou lugar do planeta.

A proposta de leitura é “ Lua de Joana” de Maria Teresa Maia Gonzalez. O seu conteúdo literário é intenso, arrebatador e repleto de muitas emoções que vai mudar a visão que têm sobre a adolescência.

Este livro vai permitir aceder ao mundo de uma menina em que o seu único desejo era ser amada. Não deixes de o ler.

Cartas a Sandra – Proposta de leitura

O meu nome é Ana Rita, sou da turma SEC2 e gostaria de te dar uma recomendação acerca de uma leitura que concluí recentemente. Uma das obras fantásticas de Vergílio Ferreira, intitulada “Cartas a Sandra”, uma lição maravilhosa recheada de sentimentos imperdíveis, inconstantes e diversificados. Apenas quem lê consegue explicar qual a sensação que nos preenche. Este livro pode caracterizar-se como autobiografia sob a forma de carta com pendor memorialístico e diarístico. É bastante íntimo. Atreve-te nesta leitura aventureira. Despeço-me com um pequeno excerto deste magnífico livro esperando que vos abra o “apetite”.

“Sandra. Hoje a obsessão foi mais forte. Escrever-te. A nossa história que contei parecia-me intocável. Princípio e fim de nós nela, a tua morte selara-a para sempre. E todavia é nessa eternidade que a tua memória me perturba…”