Calendário para o ano lectivo 2010-2011

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O “Guarda Bom” – Um Amigo que está ali

No âmbito duma actividade integradora dos Cursos EFA das turmas SI5 e SI6, referente ao Núcleo Gerador 6 – Urbanismos e Mobilidades, Domínio de Referência 3 – Saberes, Poderes e Instituições das áreas de competência de Cultura, Língua e Comunicação e Sociedade, Tecnologia e Ciência e NG4 – Identidade e Alteridade, DR1 – Códigos Institucionais e Comunitários da área de Cidadania e Profissionalidade, realizou-se uma sessão de esclarecimento sobre o tema Prevenção e Segurança Rodoviária na Escola EB 2,3/S de Vale de Cambra, na Terça-feira, dia 15 de Junho de 2010, pelas 20 horas, com a presença de dois agentes da Autoridade da GNR, elementos da Escola Segura – um Programa especial da GNR.

Depois de confirmada a visita dos mesmos na quarta-feira passada, procedeu-se à elaboração de um conjunto de questões para lhes serem colocadas durante a sessão.

No dia definido, os Guardas, oriundos do posto sede de Oliveira de Azeméis, entraram na sala de aula carregando consigo, cada um deles, o Código da Estrada, começando por fazer a sua apresentação, deixando os Formandos e Formadores à vontade para um diálogo onde se pretendia esclarecer algumas dúvidas e pedir informações.

Depois de uma breve introdução/contextualização feita pela Formanda Jacinta Tavares, iniciou-se o questionário, tendo cada um dos Formandos apresentado uma questão. Os Guardas responderam a todas as questões colocadas com bastante rigor, chamando a atenção para alguns factos, leis, códigos, apresentando também exemplos e testemunhos/experiências pessoais.

À medida que a sessão foi decorrendo, com a colocação das questões previamente preparadas pelos formandos, houve ainda espaço para a colocação de outras questões, solicitação de outros esclarecimentos e partilha de opiniões, avivando-se deste modo a curiosidade e o interesse de todos os elementos presentes.

Fazendo minhas as palavras dos convidados, os Guardas que escolhem a especialidade Escola Segura não são “Guardas comuns”; as crianças ou os adolescentes que estão regularmente em contacto com eles vêem-nos como os “Guardas bons”, uns amigos que estão sempre ali e que eles procuram para conversarem.

Segundo os Guardas presentes, o trabalho com crianças não é fácil e nem sempre se sentem preparados para enfrentar todas as situações. Surgem constantemente situações diferentes e a obrigação deles é ajudar sempre no local onde ocorre um acidente ou incidente.

De acordo com as suas experiências, numa escola há sempre um aluno que consome drogas, mas uma criança ou adolescente até aos dezasseis anos só pode ser interrogada com a autorização dos pais ou professores.

As principais causas de sinistralidade, assim nos disseram, continuam a ser a velocidade, as drogas, o álcool e a distracção. Para combater essas tendências são feitas acções, campanhas e palestras de sensibilização nas escolas, não esquecendo também as campanhas promovidas pela prevenção rodoviária nacional. Todavia, as campanhas nem sempre resultam porque há falta de civismo e tudo o que é transmitido nessas campanhas passa, num instante, ao esquecimento. “O civismo depende de cada um de nós”, estas foram as palavras exactas de um dos Guardas quando questionado acerca da falta de civismo nas estradas portuguesas.

Foram dadas todas as informações pedidas sobre os equipamentos utilizados na prevenção/segurança rodoviária (radares, POS, chips, aparelhos quantitativos e qualitativos para fazer testes de álcool, etc.).

Para explicar os limites de alcoolemia e as coimas inerentes, bem como a circulação correcta nas rotundas, registaram uns esquemas no quadro.

Os Guardas convidados deram-nos ainda alguns conselhos sobre como nos devemos proteger no nosso dia-a-dia de furtos e agressões e como podemos superar determinados momentos aflitivos.

No final, colmatamos a sessão com um discurso final da Formadora Ivone Ferreira, a qual agradeceu, em nome de todos os Formandos e Formadores, a colaboração e disponibilidade demonstrada pelos Guardas, entregando uma lembrança a cada um.

Além do tempo e atenção que os Guardas disponibilizaram – um trabalho que disseram “fazem com muito gosto” – ofereceram a sua ajuda e contacto directo para tudo o que for preciso.

E assim terminou a sessão que irá ser agora tratada e analisada pelos Formandos através da elaboração de uma reflexão escrita.

Visita de estudo à Fábrica – Centro da Ciência Viva de Aveiro

Formandos aprendem ciência a brincar

No passado dia 29 de Abril de 2010, os formandos, formadores e mediadores das turmas SI5 e SI6 do Cursos – EFA da Escola EB2,3/S de Vale de Cambra partiram, no âmbito de uma visita de estudo, em direcção à Fábrica – Centro da Ciência Viva de Aveiro.

No contexto da actividade integradora denominada De que forma a Ciência nos afecta no dia-a-dia?, os formandos tinham previamente organizado uma visita de estudo à Fábrica – Centro da Ciência Viva de Aveiro com a finalidade de descobrir de que forma a ciência faz parte da nossa vida e de que forma os objectos mais simples requerem ciência para funcionarem.

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A primeira sala a visitar foi Aprender Ciência a Brincar. Ao entrarem nesse espaço, descobriram que tudo o que os rodeava eram brinquedos feitos artesanalmente pelo povo indiano. O tempo que estiveram lá encheu-se de magia e esqueceu-se tudo à volta para mergulhar naquele mundo encantado da infância e brincar com aqueles brinquedos cuja criação pressupõe conhecimento científico para terem sucesso. Com madeira, fio e barro constroem-se os brinquedos mais incríveis que possamos imaginar. De seguida, a equipa de mediadores, formadores e formandos continuou o percurso de experiências extraordinárias, dirigindo-se a uma nova sala onde assistiram a algumas demonstrações que envolviam ciência como, por exemplo, a construção de um instrumento musical com ajuda de uma palhinha plástica de beber que nós todos conhecemos.

A segunda etapa da visita de estudo envolveu a actividade intitulada A Cozinha é um Laboratório, na qual se falou acerca da diferença que existe entre as designações distintas de chá e infusão. Aprendeu-se que a utilização do termo chá ou infusão depende do tipo de erva a ser utilizado. Evidenciou-se que os processos de tratamento diferentes fazem com que se distinga entre vários tipos de chá. No seguimento destas explicações, confeccionaram-se scones, os quais se comeram com manteiga feita por eles e acompanharam com chá verde ou preto. Como podemos verificar, cozinhar, que faz parte da nossa rotina diária, envolve ciência.

Por último, a sala a visitar foi Mãos na Massa e como o nome já evoca, colocaram-se realmente as mãos na massa, uma vez que os visitantes tiveram a oportunidade de explorar todas as tecnologias e ciências existentes naquele espaço e partilhar com humor e boa disposição experiências únicas.

Formanda Laurinda Pinho da Turma SI6

Sustentabilidade dos Recursos Naturais – até quando?


No dia 23 de Fevereiro de 2010, no auditório da Escola EB 2,3/S de Vale de Cambra, foi dinamizada uma Actividade Integradora (AI) pelos Formandos das turmas SI5 e SI6 no âmbito do Núcleo Gerador 2 – Ambiente e Sustentabilidade, Domínio de Referência 4 – Clima, nas áreas de Sociedade, Tecnologia e Ciência e Cultura, Língua e Comunicação, e do Núcleo Gerador 7 – Argumentação e Assertividade, Domínio de Referência 4 – Debates e Intervenção Pública, na área de Cidadania e Profissionalidade.

Os Formandos começaram por realizar uma visita à feira do livro que decorreu de 22 a 26 de Fevereiro na sala multiusos entre as 19 h e as 19h 30min. Depois disso os formandos deslocaram-se para o Auditório e após uma breve apresentação da actividade, procedeu-se à declamação de um poema alusivo com interligação ao Ano Internacional da Biodiversidade que se comemora este ano de 2010.

Depois da visualização do filme “Home”, de Yann Arthus Bertrand, iniciou-se um debate com a participação dos Formandos presentes, que manifestaram a sua opinião relativamente ao que inferiram do filme. De notar que assistiram a esta AI Formandos das turmas B3/3, B3, SI1, SI2, SI3 e SI4 com os respectivos Formadores e a Coordenadora dos Cursos EFA.

Foi uma sessão bastante participada, calorosa e em que o entusiasmo, não só por parte dos Formandos das turmas organizadoras, mas também por parte dos Formandos das turmas que assistiram, se enlevou levando a tomadas de posição em relação à sustentabilidade que se querem duradoiras. Esperamos que a mudança de mentalidades esteja a caminho e como diz o provérbio chinês, o caminho só se faz caminhando.

As Formadoras de CLC – Carla Pereira e Susana Melo